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Resumo dia 5

O dia de sexta-feira começou com a aula do Deputado Paulo Rangel, onde o tema: “O que passa com a Europa” permitiu aos alunos da Universidade de Verão adquirir conhecimento em diferentes matérias, tais como, o enquadramento da política europeia, a relação entre a União Europeia e os EUA, o Brexit, a emigração, entre outros.

Resumo dia 4

No quarto dia da 16ª edição da Universidade de Verão a aula da manhã contou com a participação do Dr. José Ribeiro e Castro e do Prof. Doutor Pedro Magalhães. No debate com o tema “Círculos Uninominais: Sim ou Não ?”

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SUGESTÕES
 
 
Catarina Leão

Nas próximas edições da UV gostaria de ver pelo menos uma mulher a dar uma das aulas do dia.

Resposta de Carlos Coelho:
Olá Catarina, Tem toda a razão ! Precisamos de reforçar o equilíbrio de género também nas oradoras :) CC
 
ACHEI CURIOSO
 
 

José Garrido
Que nos tenha sido oferecido um colete reflector, não percebendo ainda o objectivo da oferta, mas agradeço.
07-09-2018 | 09:43

Gustavo Ambrósio
No jantar em que temos como anfitrião o grupo azul, a Sofia recebe os Parabéns com um bolo azul (fenomenal)
06-09-2018 | 10:00

Gustavo Ambrósio
Não achei curioso, achei fabuloso, que à ausência do dirigente Espanhol José Ignacio Salafranca, a direcção da UV prefira dispensar o eurodeputado a atrasar ou alterar o horário agendado com os seus alunos. mostra a quem é que a UV é direccionada e quais são as suas prioridades e um respeito tremendo para com os seus alunos categoria que me cabe a honra de integrar
08-09-2018 | 10:05

Pedro Taborda
Que seja dado aos alunos todas as oportunidades de "destaque" e preparação para vários momentos que envolvem acções políticas, mesmo que indiretamente: jantares, brindes, etc
08-09-2018 | 21:13

Maria Castro
Os calendários da Oficina do Mestre Carolino. 🤣;;
06-09-2018 | 20:34

Gustavo Ambrósio
O bife à UV apresente uma fatia de laranja
06-09-2018 | 11:02

Ricardo Gago
Achei curioso (e inscrevi-me para o comentar na sessão mas não tive hipótese de intervir por limites de tenpo) que ambos os oradores encaravam com naturalidade o desfecho das legislativas de 2015, onde os eleitores votaram maioritariamente (quando comparado com as outras forças políticas) no PSD/CDS mas “levaram“ em vez disso com a geringonça. Nomeadamente no facto que defendem, tanto para o sistema uninominal como para as listas abertas a pertinência do eleitor saber exactamente em quem votou. Não houve em 2015 então uma quebra desta mesma máxima? Queremos mudar o sistema eleitoral para evitar quebras de confiança ao nível dos candidatos mas ignoramos as jogadas aos níveis dos partidos. Usando a terminologia anedótica do Dr. Ribeiro e Castro, os eleitores quando votaram na coligação sabiam o que ia no bitoque, mas quantos votariam no PS se soubessem que o seu Cozido à Portuguesa ia ser combinado com robalos do BE ou sardinhas do PCP. Obrigado.
06-09-2018 | 14:23

Luís Malhadinhas
Achei curioso que as equipas encarnado e verde, e azul e amarelo tenham ficado juntas, sob a orientação do mesmo coordenador. Encarnado + verde = Portugal; Azul + amarelo = União Europeia. Boa jogada!
07-09-2018 | 22:46

João Diogo Caldeira
A ementa estar escrita no invólucro que envolvia o guardanapo.
04-09-2018 | 01:33

Rita Miranda Coelho
Que a gravata do Dr. Carlos Coelho seja da cor do grupo anfitrião do jantar
04-09-2018 | 21:24