O dia de sexta-feira começou com a aula do Deputado Paulo Rangel, onde o tema: “O que passa com a Europa” permitiu aos alunos da Universidade de Verão adquirir conhecimento em diferentes matérias, tais como, o enquadramento da política europeia, a relação entre a União Europeia e os EUA, o Brexit, a emigração, entre outros.
No quarto dia da 16ª edição da Universidade de Verão a aula da manhã contou com a participação do Dr. José Ribeiro e Castro e do Prof. Doutor Pedro Magalhães. No debate com o tema “Círculos Uninominais: Sim ou Não ?”
Ao longo da semana o tema da educação foi bastante debatido tendo-se incidido na necessidade de se mudar o modelo educativo. Ao longo da semana tenho constatado que a UV não promove a diferença neste sentido.
A disposição da sala de aula mantem-se inalterada. Existe um espirito de competitividade prorcionado pela existência de um sistema de avaliação, o que coloca em causa a participação genuína. Foca-se na quantidade de trabalhos e não na sua qualidade. Sujeita os alunos a uma atividade intelectual de manhã à noite, fazendo chegar ao limite aquilo que é a capacidade humana limitando a sua produtividade. E ainda que esta seja a realidade lá fora não só no sistema educativo mas também no mundo do trabalho não estará na altura de incutir aos jovens uma inversão deste paradigma? A obesidade mental hoje existe e não podemos normalizar aquilo que é um grave problema. O descanso, o lazer e o esforço são necessidades humanas que no meu entender tem exatamente o mesmo nivel de importancia. Priorizar um relativamente aos outros é gerar desequilíbrio. Não é esta a minha visão de uma sociedade saudável. O elevado numero de tarefas ao longo do dia faz de nós maquinas e não humanos. Impede-nos de pensar, refletir, de sentir e acima de tudo de por em causa a realidade que nos é apresentada. A mudança deve começar aqui. Sugiro portanto que nas proximas edições tenham em conta estas considerações se elas fizerem sentido. Obrigada.
Resposta de Carlos Coelho:
Olá Carla,
Obrigado pelo comentário e pelas observações.
Iremos analisar o conteúdo da sua "sugestão" na reunião em que fazemos a avaliação da UV e preparamos a próxima edição.
CC
ACHEI CURIOSO
Pedro Taborda Que fosse cedido aos alunos fichas triplas, para colmatar a falta de tomadas suficientes. 06-09-2018 | 17:16
Gustavo Ambrósio Não achei curioso, achei fabuloso, que à ausência do dirigente Espanhol José Ignacio Salafranca, a direcção da UV prefira dispensar o eurodeputado a atrasar ou alterar o horário agendado com os seus alunos. mostra a quem é que a UV é direccionada e quais são as suas prioridades e um respeito tremendo para com os seus alunos categoria que me cabe a honra de integrar 08-09-2018 | 10:05
Gustavo Ambrósio Que se utilize a palavra "Encarnado" ao invés de "Vermelho" 05-09-2018 | 14:50
João Diogo Caldeira A gravata do Dr. Carlos Coelho até agora foi sempre da cor do grupo anfitrião do jantar. É apenas mera coincidência? 05-09-2018 | 00:59
José Garrido Que nos tenha sido oferecido um colete reflector, não percebendo ainda o objectivo da oferta, mas agradeço. 07-09-2018 | 09:43
Miguel Vitorino de Morais Achei muito inteligente que na primeira edição do YOU JUV, o grupo Bege se tenha lembrado de entrevistar o nosso grande Reitor Carlos Coelho, os meus sinceros parabéns. 05-09-2018 | 14:39
João Diogo Caldeira A ementa estar escrita no invólucro que envolvia o guardanapo. 04-09-2018 | 01:33
Gustavo Ambrósio No jantar em que temos como anfitrião o grupo azul, a Sofia recebe os Parabéns com um bolo azul (fenomenal) 06-09-2018 | 10:00
Maria Castro Em noite de Gala do Boneco, o prato ter a cara de um boneco 🤣;;👌;; 06-09-2018 | 20:40
Ricardo Gago Achei curioso (e inscrevi-me para o comentar na sessão mas não tive hipótese de intervir por limites de tenpo) que ambos os oradores encaravam com naturalidade o desfecho das legislativas de 2015, onde os eleitores votaram maioritariamente (quando comparado com as outras forças políticas) no PSD/CDS mas “levaram“ em vez disso com a geringonça. Nomeadamente no facto que defendem, tanto para o sistema uninominal como para as listas abertas a pertinência do eleitor saber exactamente em quem votou. Não houve em 2015 então uma quebra desta mesma máxima? Queremos mudar o sistema eleitoral para evitar quebras de confiança ao nível dos candidatos mas ignoramos as jogadas aos níveis dos partidos. Usando a terminologia anedótica do Dr. Ribeiro e Castro, os eleitores quando votaram na coligação sabiam o que ia no bitoque, mas quantos votariam no PS se soubessem que o seu Cozido à Portuguesa ia ser combinado com robalos do BE ou sardinhas do PCP. Obrigado. 06-09-2018 | 14:23